quinta-feira, 17 de março de 2011
Rachel Sheherazade: Tudo o que eu sempre quiz dizer sobre o Carnaval
Comentem!!!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Nada mais Underground do que o sertão!!!
| Em uma parte alta de Orocó-PE. |
3. A fome e sede de Deus e a disposição dos crentes no sertão é algo fascinante
| Realizando uma mensagem de apelo em um assentamento. |
Enquanto muitos hoje "lutam" para se estar em um púlpito de uma igreja bem localizada, uns poucos (muito poucos mesmo!) se deixam ser instrumentos verdadeiros de Deus e dizem "envia-me a mim".
Espero que Deus tenha falado ao seu coração!
Abraços!
Cleiton A. e Silva
segunda-feira, 5 de julho de 2010
PELADO, NO! foi um sucesso absoluto... kkkkkkkkkk
Infelizmente não pude assistir esse tão glorioso jogo, mas soube da derrota da argentina!
Claro que nesse momentos eu brinco, mas eu achei muito importante a queda da arrogancia dos nossos "hermanos", por alguns motivos:
1. Pela competitividade que já temos;
2. Pelo orgulho e arrogância, tanto dos jogadores, quanto do Técnico;
3. Pela queda da idolatria!
IDOLATRIA? ISSO MESMO!
Veja essa matéria que encontrei no site GOSPELPRIME.COM:
Como podemos ver, a nossa sociedade é levado por qualquer novidade que aparece, por mais que ela não tenha o menor sentido. O cantor Sérgio Pimenta costumava cantar o seguinte:
"Toda novidade que vem do vento, ao peso da força da rotina cai. Na monotonia do pensamento em busca de outra, a novidade sai"
Não fique admirado(a) se algum grupo de brasileiros montarem uma "IGREJA PELÉRIANA"; a quebra dos valores "racionais" tem sido algo terrível!
Porque em uma sociedade tão evoluída tem se colocado a adorar uma aberração dessas?
Ósculos e Amplexos!
Cleiton A. e Silva
quinta-feira, 1 de julho de 2010
JABULANI: Procurando Chifre em cabeça de cavalo!
"Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs."Bul ou Baal representa o antigo deus cananita, deus nacional dos fenícios, terra de Hirão, rei de Tiro (conf. II Rs 1:2-4);
On representa Osíris, o misterioso deus egípcio. Nesse mesmo grau da Maçonaria une-se Yahweh [o Deus dos judeus e dos cristãos], nome que consta na Bíblia, com divindades pagãs como Baal, On e Osíris, que, segundo a própria Bíblia, tratam-se de abominações pagãs repudiadas totalmente por Deus".
quarta-feira, 12 de maio de 2010
ARREPENDIMENTO: PREPARANDO O CAMINHO DO SENHOR

“E Naqueles dias aparece João Batista Proclamando no deserto da Judéia, dizendo: Arrependei-vos; aproximou-se, pois o reino dos céus. ”
(Mateus 3: 1 e 2 – Novo testamento Interlinear)
Mas o que é o Reino de Deus?
“...Não vem o Reino de Deus com observação, nem dirão: “eis aqui” ou “ali”, pois eis (que ) o reino de Deus entre vós está. ”
(Lucas 17: 20b-21 – Novo testamento Interlinear)
Uma definição bastante clara dos efeitos e o que é esse Reino está no livro de Romanos:
“Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo”
(Romanos 14: 17 – Bíblia NVI)
O Reino de Deus nos trás paz. Mas não é a paz que o mundo conhece. Pois o sistema desse mundo não conhece a paz que Jesus oferece. A paz deles é transitória, mas a nossa é eterna.
Deus derrama sobre nós a sua alegria. Alegria da salvação, alegria da provisão, alegria de saber que somos protegidos por Ele. E principalmente a alegria que um dia nos encontraremos com Ele nos ares. Aleluia!
ARREPENDIMENTO: O QUE NOS DIRECIONA A ESSE REINO
Deus sempre nos quis ao seu lado; Ele sempre se utilizou de Sua infinita misericórdia para se aproximar de nós. Mas, devido à queda do primeiro Adão, o homem foi impedido de ter esse acesso. Os nossos pecados nos acusavam. Como diria Isaias:
Mas Deus, sabendo que os nossos pecados eram o que nos impedia de ter esse livre acesso, enviou Jesus Cristo para realizar a sua Justiça aqui na terra:
“... O sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de TODO o pecado”
(1 João 1:7b Bíblia NVI)
“Pois se pela transgressão de um a morte reinou, muito mais os que receberam a abundância da graça e do dom da justiça que receberam em vida; reinarão por meio de um, Jesus Cristo. Logo, assim como por meio de uma transgressão a todas as pessoas veio à condenação, assim também, por meio de um ato de justiça veio a todas as pessoas para justificação de vida.”
(Romanos 5: 17 e 18 – Novo Testamento Interlinear)
Aleluia! Isso indica que o que Deus podia fazer por nós já foi feito. O pecado não pode me impedir de entrar em Sua presença e de ter o Seu Reino. A única pessoa que torna o Seu Reino um empecilho somos nós. Por isso precisamos ter uma vida de arrependimento.
ARREPENDIMENTO AO PÉ DA LETRA
Procurei algumas definições sobre arrependimento. Umas resumidas, outras nem tão claras. Por incrível que pareça me interessei por uma que li no Wikipedia. Estava escrito o seguinte:
Voltando para Mateus 3, podemos perceber a ênfase de João Batista na questão de arrependimento. Essa palavra vem do gregO, que pode traduzir-se tanto para arrependimento, como para remorso ; tradução essa depende da atitude de pensamento personagem. Pois existem diferenças significativas entre remorso e arrependimento. Darei alguns exemplos:
• O remorso pensa apenas nas conseqüências de seu pecado, enquanto o arrependimento pensa no ato cometido e sabe que o que receber foi porque lhe sobreveio o seu salário;
• O remorso escolhe a forma de ser punido; O arrependimento não se preocupa, apenas quer o perdão e o Reino de Deus, custe o que custar;
• O remorso nos faz escolher atalhos; mas o arrependimento nos faz trilhar o verdadeiro caminho;
• O remorso é egoísta, pois se preocupa apenas consigo mesmo, enquanto o arrependimento se preocupa consigo e com aquele quem possa ter sido ferido com suas atitudes e palavras;
• O remorso é orgulhoso. O arrependimento se submete a tudo o que for necessário;
• O remorso é um rascunho do arrependimento; O arrependimento é o processo pleno para a vinda do Reino de Deus.
João Batista também declarou que o arrependimento não pode ficar apenas na teoria, mas sim na prática:
“Produzi frutos dignos do arrependimento”
(Mateus 3: 8 – Novo Testamento Interlinear)
Isso mostra que arrependimento é uma mudança plena. Não apenas temos a intenção de mudar, mudamos mesmo! Temos em nosso coração esse firme propósito e não existe ninguém que possa tirar-lo.
O discurso de Pedro no livro de Atos nos mostra a necessidade que temos de nos arrepender e de nos converter:
“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem apagados vossos pecados, para que venham tempos de refrigério da presença do SENHOR e Ele envie o Cristo previamente designado para vós, Jesus”
(Atos 3: 19 e 20 – Novo Testamento Interlinear)
SEM ARREPENDIMENTO GENUÍNO NÃO TEMOS
• A remissão dos nossos pecados;
• O tempo de Refrigério de Deus;
• O Cristo previamente designado.
Quando não vivemos em arrependimento temos mais a perder do que a lucrar com essa má atitude.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Em cada conversão, qual a minha reação?
Texto: Lucas 15: 11-31
Esse foi um estudo que fiz há algum tempo atrás e gostaria de compartilhar com todos da net:
O pai acolheu o filho pródigo, porém o filho mais velho não se compadecia desse seu irmão arrependido. Atitude bela do pai a de acolher o filho perdido em sua casa novamente, independente do que ele possa ter aprontado. Ele não foi reprovador e preconceituoso como o seu irmão mais velho, mas o acolheu com amor e misericórdia. E nós? Como temos acolhido os que recebem a Jesus como Senhor e Salvador? E aqueles que se afastaram, e em seguida, retornam ao caminho do Senhor? O intuito dessa mensagem é que Precisamos acolher melhor os que vêm para Deus, independente do seu passado pecaminoso. E aqui, veremos alguns indícios que nos indicam se estamos semelhantes ao irmão mais velho, ou não.
1. NÃO SE ALEGRAR E NÃO QUERER PARTICIPAR DA CONVERSÃO (OU DO RETORNO) DE ALGUÉM – LC.15: 25-28
Se pudermos ler o versículo 28 percebemos que “O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele.”... Percebemos então que não havia felicidade no coração daquele filho em descobrir que o seu irmão estava vivo e que retornou são e salvo, nem muito menos saudades daquele que estava perdido, porém, achado. A Bíblia nos afirma que ele estava irado e mesmo sabendo que havia uma festa em comemoração ao seu irmão, se recusou a entrar (participar). Até o seu pai teve que insistir que ele entrasse na festa.
Será que muitas vezes não temos agido assim? Quando alguém é convencida pelo Espírito Santo e esse alguém se converte através do apelo feito no púlpito, temos nos alegrado com ela? Abraçamos essa pessoa? Cumprimentamos e declaramos a ela que essa foi “a melhor decisão que ela poderia ter tomado”? Ou ao invés disso, ficamos pensando coisas absurdas como: “esse não vai durar muito aqui na igreja”, ou “esse só aceitou por impulso”?
Se uma conversão inusitada ocorre? Qual tem sido o nosso comportamento? Se, por exemplo, um mendigo se converter, vamos para outra igreja vizinha, por que o odor dele nos “atrapalhar” de assistirmos os cultos na igreja, ou iremos levantar um grupo de pessoas para ajudá-lo a dar suporte na sua questão social, higiênica e espiritual? E os transexuais? Se um travesti se converter de seus maus caminhos, como nós iremos tratá-lo? Com preconceito (como o mundo já trata), ou com amor e misericórdia?
E aquelas pessoas que retornam aos caminhos do Senhor? Qual é o seu pensamento em relação a elas? Ou as suas declarações em relação aos que retornam são piores dos que se aqueles que se encontram com Deus pela primeira vez? A própria Bíblia nos declara em Romanos 12: 15 o seguinte: “Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram”... Temos feito isso, ou precisamos rever os nossos conceitos. Estamos contagiando essas pessoas com nossa alegria vinda de Cristo, ou “infectando-as” levando-as a viverem como eram no passado. Estamos sendo a pedra de tropeço destes citados, ou sendo co-participantes da alegria do Pai?
2. TEM UMA VISÃO ERRADA DE QUEM É O SEU PAI – LC. 15: 29
Além do filho não ter participado da festa, ele ainda disse coisas que demonstrava que não conhecia o pai que tinha. No versículo 29 nos fala o seguinte:
“... ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas nunca me deste um cabrito para eu festejar com os meus amigos... ’”
Vai eu responder ao meu pai na minha infância! No mínimo, ficaria de castigo sem sair pra brincar por uma semana! Mas no texto mostra que ele não apenas respondeu, mas que se sentia um escravo de seu pai. Ele na conhecia o pai que tinha. E nós? Conhecemos a Deus como?
Muitas das vezes, estamos dentro da igreja com uma visão muito oportunista e gananciosa e “escravocrata” de Deus; não que Cristo tenha passado isso para o cristão, mas porque o cristão acaba trazendo alguns “chavões” mundanos para dentro da igreja, como por exemplo: “faça por merecer”, ou “me faça confiar em você”. Pessoas acham que por fazer algo excessivamente para Deus, acham que assim conquistam o amor, a confiança e as bênçãos dEle. Essas pessoas, eu creio, se esqueceram o significado da palavra “graça” que significa “favor imerecido”. Não podemos conquistar o amor de Deus pelas obras; Ele amou o mundo (João 3: 16). Independente do que façamos, Ele nos ama. Independente do que somos, ou de como estamos, Ele nos ama.
O próprio Senhor Jesus, em João 15:15, nos declara o seguinte:
“Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz; Em vez disso, os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido.”
Até hoje, existem irmãos trabalhando como “escravos” dentro das igrejas esperando algo da parte de Deus. Se sentem merecedores de tudo o que Deus tem, por causa de seus serviços prestados. Fazem do SENHOR um grande empresário, esperando dEle um bônus. Temos que ter cuidado com a nossa visão equivocada em relação a nosso Deus! Ele nos chama de amigos e quer que desfrutemos do melhor, assim como um Pai se compadece de seu filho.
3. JULGA A VONTADE DO PAI E DESCONSIDERA O SEU IRMÃO COMO NÃO FOSSE DE SUA FAMÍLIA – LC. 15: 30
No versículo 30, o filho continua falando com o pai o seguinte:
“... Mas quando volta para casa esse teu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, matas o novilho gordo para ele!”
Esse é o momento que podemos perceber o ciúme e a inveja do filho mais velho em relação ao pródigo. Ele se sente injustiçado em relação ao tratamento do pai: “O Pai faz isso pra esse curtidor, mas pra mim, ele não faz isso!”... Ele também desconsidera com suas palavras o seu grau de parentesco. O filho mais velho se refere do seu irmão ao seu pai como “esse teu filho”. Mas não eram irmãos?
Essas atitudes de juízes invejosos não tem mudado na igreja atual. Quantos, não já julgaram as pessoas que se convertem e julgam também o que Deus tem concedido e tem realizado nelas. Fica se remoendo por dentro declarando: “Por que Deus tem abençoado esse irmãozinho que mal se converteu e não me abençoa também? Faço mais tempo de convertido que ele. Não entendo o que está acontecendo!”...
O que está acontecendo é que tem alguém que está se colocando no lugar de Deus! Querendo ser juiz do que Deus faz. O filho que estava em casa não estava julgando apenas a atitude do filho pródigo, mas como o pai estava lhe dando com isso, portanto, julgando o pai por ser amoroso, generoso, misericordioso e festivo nesse momento de grande alegria.
O filho pródigo estava ansioso para retornar para casa nem que fosse para ser um dos empregados de seu pai. O filho que estava em casa, porém, se sentia escravo. Pior do que estar perdido longe de casa, é estar perdido dentro da própria casa; portanto, nós, como cristãos antigos, devemos, não nos colocar no lugar de Deus para julgar quem está entrando ou saindo, quem é filho ou não, mas sim, se alegrar no que tem dado alegria a Deus.
Assim como aquele pai que não teve preconceito de receber o seu filho de volta em casa, que tenhamos o coração aberto para receber na casa do Pai a pessoa que for. Afinal, o mesmo sangue que foi derramado por mim, foi derramado por todos.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Cristãos Teóricos X Cristãos Práticos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Marcha pra quem???

Ultimamente tenho dado aula na igreja que faço parte. Fui convocado para dar aula na "Escola de Vencedores", em minha igreja (Estou surpreso por ter sido convocado, sem ao menos passar por cum concílio... rsrsrs).
Em uma dessas aulas, entramos no assundo Marcha pra Jesus. Pois muitos deles tinham ido para esse evento aqui em Recife e ficaram bastante decepcionados como evento em si. E pediram a minha opinião que, já consciente dos anos anteriores desse evento, não tive dúvida: Nada mudou!
Acho que uma semana depois, teve a Marcha pra Jesus de São Paulo. Assisti alguma coisa pelo CQC. Pelo que percebi, também não mudou muita coisa: Trânsito congestionado, uma multidão de "fieis" nas ruas, grandes nomes da música "gospel" e, não sei porque, políticos, líderes de igrejas dividindo o mesmo palco e "Vendendo o grande Peixe". A unica coisa que tinha mudado é que a "Marcha dos Zombies" (Evento alusivo ao dia das Bruxas) tinha inventado de realizar o evento no mesmo dia. Creio que corriam o risco de se confundir de evento... rsrsrs
Percebo que a cada ano essas "marchas" tem sido uma decepção e uma degradação, não só para a Verdadeira Igreja de Jesus Cristo , mas para a sociedade brasileira em geral. O engraçado é que a generalização é bastante utilizada nesse período de escandalos. E frases como essa abaixo são bastante utilizadas:
"Ué?! Crente faz isso?"
"Todo Crente é ladrão!"
"Bando de ignorantes!"
"Se todo crente é assim, prefiro seguir a Deus do meu jeito!"
NÃO! nem todo crente é ladrão, ou ignorante, ou então brinca de carnaval dizendo que está marchando pra Jesus! Eu não estou dizendo que não existam nessas "celebrações" pessoas que estejam com a motivação certa... mas estão no lugar errado para isso!
Me lembro quando fui pela primeira vez pra Marcha pra Jesus com essa minha igreja (eu já tinha ido uma vez antes... mas só por curiosidade!). Dessa vez eu fui com uma motivação diferente (pelo menos diferente da motivação anterior). Quando eu cheguei no local, eu mais dois amigos começamos a interceder pelo local, pelo evento e pelas vidas que poderiam se converter nessa marcha. Depois dessa oração que fizemos, escutei um dos meus pastores dizer: "Se o Dia do SENHOR fosse hoje, apenas os três subiriam"... isso que a pastora tinha dito ecoa até hoje em meus ouvidos.
Tire sua próprias conclusões a cerca dessas Marchas, pois eu já formulei a minha. Prefiro o Caminho Estreito à Avenidas lotadas de cristão "Oba-Obas"
...Peace!!!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Uma Crente Morreu de Fome! E eu com isso?!

Num município minúsculo e paupérrimo do sertão da Paraíba uma senhora morreu por causa da subnutrição aguda que lhe atingiu em conseqüência da ausência quase total de alimentação em sua casa. E isso foi divulgado amplamente como denuncia pela Juvep. Uma irmã de Curitiba, em estado de choque, querendo entender esse lamentável fato, já que se tratava de uma serva de Deus, nos escreveu buscando resposta(s).
Crentes morrem atropelados, vitimas de assalto, queda de avião, afogados, de câncer, falta de atendimento em hospitais públicos… Há até casos de raios que caem e matam servos de Deus.
… Alguns morrem de fome…
O que diferencia a gente de um não crente, fundamentalmente é que temos a salvação e, por conseguinte vamos reinar de forma plena com o Senhor quando da sua vinda….
A irmã em Maturéia não pode ser considerada mártir. Ela não morreu conscientemente pela causa do evangelho, nem morreu por que confessava a Jesus como seu único salvador. Não foi vitima clara de perseguição religiosa. Ela morreu por causa da injustiça social, da corrupção que assola esse país, também da omissão da igreja brasileira que repete e imita àqueles que controlam o poder econômico. Segmento egoísta, acumuladora de capitais, materialista e excessivamente consumista, contribuinte também e mantenedora da industria de supérfluos com etiquetas e design “belissimamente” impressionantes. Vitima de distorções teológicas, de pregações superficiais, atrofiadas ou cheias de acréscimos perniciosos ao evangelho, do pecado que assola de uma forma profunda, forte e brutal à sociedade brasileira. Igreja evangélica que é, em grande parte omissa, volúvel… dispersa, desunida, não sabe encarar seus defeitos de frente com maturidade. Fragmenta-se em infidaveis pedaços. Pobre e frágil igreja evangélica nacional.
Quantos irmãos não estão desempregados, endividados, falidos, amordaçados, “amarrados”, passando necessidades? As vezes membros de igrejas onde grande parte tem um poder aquisitivo de fazer inveja.
Algumas tendências no meio cristão afirmam que toda dificuldade financeira, miséria, fome é causada por pecado ou falta de fé individual (da vitima), a parte da sociedade detentora do poder financeiro alega que os pobres são pobres porque são preguiçosos. Isso é simplismo, fruto de mentes alienadas, um falso desencargo de consciência legitimador de um genocídio silencioso que assola a nossa nação.
Há muito mais injustiça, opressão, descaso e omissão em nosso meio.
Denunciemos, oremos, profetizemos.
Pr. Pedro Luis da Silva
CTL’S Ministério JUVEP
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Pela Palavra

Ontem, eu fui ministrar em uma igreja. Eu me senti bastante honrado em ministrar naquele momento naquela igreja; era uma igreja bastante acolhedora, "jovial" e muito comunicativa entre si.
Durante o período do louvor, estive terminando de organizar alguns temas e tópicos para poder ministrar a mensagem em Power Point. Dava para se ouvir os louvores muito bem de onde eu estava. Louvores de comunhão, celebração e adoração - Maravilhoso.
Em seguida veio a participação de diversos grupos da igreja. Corais masculinos e femininos, crianças cantando alegremente ao SENHOR.
Em seguida, veio o momento da ministração da Palavra de Deus. E eu fiquei bastante nervoso, pois, mesmo tendo uma boa carga de experiência em pregações, fazia muito tempo que eu não subia num púlpito para ministrar a Palavra. Eu fui ministrar sobre a parábola do Filho Pródigo, que está localizado em Lucas 15:11-32; Mas me senti direcionado para ministrar, não sobre o filho pródigo, mas sobre o "irmão" do filho pródigo. A mensagem foi verdadeiramente voltada para Líderes, pastores e crentes mais antigos no Evangelho.
Uma coisa que eu percebi é que boa parte da igreja não estava atenta a mensagem; e eu percebi que era por causa de dois motivos:
1. Estavam preocupados com o horário, pois, depois da mensagem, ainda teria a Ceia;
2. Boa parte dos membros "não estavam entendendo", pois não conheciam a história.
Os que entenderam a mensagem, agradeceram a Deus pela revelação, mas boa parte não estava entendendo a mensagem porque "não tinha o hábito de ler as Escrituras".
Esse 2º motivo é o que me preocupa nos dias auais. Cristãos recorrem assiduamente a livros de Auto-ajuda para buscar refrigério e paz, mas nunca se debruçam nas Escrituras para ouvir o que Deus tem para falar. Buscam psicólogos, psicanalístas e remédios de tarjas pretas para aliviarem os seus "Carmas", mas nunca se colocam diante de Deus em ardente oração e em leitura constante da Palavra.
Não estou fazendo apologia anti-psicólogo, mas a nossa prioridade deve ser a palavra de Deus. Nada além, nem muito menos aquém.
Grace And Peace!
Cleiton A. e Silva
